quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Terror dos festeiros

Fui a uma festa de despedida der solteiro em uma chácara perto de Jauá do meu amigo Ricardo.
A galera toda lá. Muita cerveja, uísque, vinho. A noite prometia. Muitas gatinhas. Galera animada.
Saí de lá nem sei que horas. Travado!
Indo pela Paralela, avistei algo que se tornou o terror dos festeiros...
Uma blitz!!!
Comecei a rezar pra tudo quanto era santo.
Mas...fui sorteado. Quando parei quase atropelei o guarda. Tava muito ruim!!! O guarda pediu para eu descer do carro. Quase não consegui.
Aí o pesadelo aumentou. Ouvi o que qualquer bêbado teme:
-Vamos fazer o teste do bafômetro.
Tô fudido! Pensei. Quando, ao que me parece, os santos resolveram me atender.
Um caminhão bate numa outra pista e espalha toda a sua carga...
Os guardas imediatamente me dizem:
-Vá embora, vamos socorrer aquele acidente!!!
Eu, mais que depressa (ou pelo menos tentando), entrei no carro e fui embora.
Feliz da vida. Hoje é o meu dia de sorte, pensei.
Cheguei em casa, guardei o carro e, após agradecer aos santos pelo meu dia de sorte, fui dormir. Tava muito feliz.
No outro dia, minha mãe me acorda 7 da manhã me perguntando:

-Filho, de quem é aquela viatura da Transalvador estacionada dentro da nossa garagem? kkkkk


Texto: da net
Foto: da net

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Ca-já

Vejo que areia linda, brilhando cada grão
Graças que o sol ainda, brilhando pelo chão
Vejo que a água deixa, as flores de outra cor
Volta pra si sem queixa, tudo é tanto amor

Esteja ca-já, pedra vida flôr seja ca-já
Esteja ca-já, tempo bicho dor seja ca-ja
Doce jaca-já, jandaia aqui agora

Ouço que o tempo imenso, dentro de cada som
Música que não penso, pássaro tão bom
Ouço que venta o vento, ondas asas capim
Momento movimento, sempre agora em mim

Esteja ca-já, pedra vida flôr seja ca-já
Esteja ca-já tempo bicho dor seja ca-já
Doce jaca-já, jandaia aqui agora.


Letra e música - Caetano Veloso
Foto: da net


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Caos


Essa é a Avenida 7 de setembro, quem vê assim pensa que é essa tranquilidade toda. Que nada! É simplismente uma caos...os camelôs tomaram conta dos passeios, os carros estacionados nas laterais da pista e gente, muita gente. No mínimo são 30 minutos de carro do começo da av. 7 até a ladeira do São Bento num dia de pico. Fui ontem agilizar documentos para empresa e o que vi foi uma verdadeira bagunça onde ninguem respeita nada. Os carros estacionam em locais proibidos, os camelôs berrando, a SET atrapalhando o trânsito e o cotó tocando o seu teclado embaixo do relógio de São Pedro. Parece que não existe lei! Você é obrigado a andar no meio da rua porque no passeio não dá de tanto camelô que tem. Nada contra o mercado informal, afinal de contas a crise taí e o governo não oferece alternativas mas: QUE BAGUNÇA DO CARALHO!
Se você for lá, boa sorte!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

PANAMERICANO 2009 CBJJE

Dessa vez ficamos em terceiro! Estamos no caminho certo.
É só acreditar que vamos chegar lá.


Foto: Nilton Ferreira (Prof° Faixa Roxa e 3° no Absoluto)

terça-feira, 20 de outubro de 2009

O presente que a minha mãe me deu

O mar e a rosa

Só mais um pôr-do-sol, me diga
Minha saudade Preta dia 2, vem cá
Na Casa da Mãe, um beijo
Minha paixão presente que eu ganhei do mar

Veio sorrindo pra mim
Uma Sereia no altar
Na praia da Paciência, no colo de Iêmanjá
Presentes eu nunca pedi
Mas já que ganhei vou contar
Se o mar me mandou essa rosa
Não posso deixar voltar

Se é pra ser me deixa sonhar
Vou beber das águas do mar
Não importa se eu me afogar
Em meus braços quero te amar

Só mais um pôr-do-sol...

Letra e música: Jribeiro